Quinta-Feira, 21 de Setembro de 2017

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HORAS LIVRES
UMA VISITA A TORMES CONFRATERNIZANDO COM “SILVÉRIO” E “JACINTO”
2015-04-15

A concentração foi na Estação de S. Bento, onde chegamos todos bem cedinho, no sábado, 21 de Março, e partimos para mais um magnífico passeio, desta vez, rumo à Fundação Eça de Queiroz, numa viagem de comboio junto ao rio Douro rumo a Âregos.

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Com a participação de aproximadamente 60 colegas e familiares, o comboio ficou praticamente por nossa conta e rodeado de animação.

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Chegando ao nosso destino, e após um “reforço” de pequeno-almoço improvisado na estação de comboios, começamos o nosso passeio a pé, sempre a subir, rumo ao Museu Eça de Queiroz. O mesmo caminho que o escritor descreveu no romance “A cidade e as serras”, designado o Caminho de Jacinto. Eça de Queirós inspirou-se no caminho que ele próprio fez quando foi visitar pela primeira vez a Quinta que lhe foi entregue em herança. Nesta subida todos passamos com distinção e destreza física. Chegamos cansados mas com a certeza que valeu a pena esta caminhada rodeada das maravilhas da natureza que pudemos observar.


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Na visita ao Museu Eça de Queiroz, lugar de inspiração do escritor ao romance “a cidade e as serras” esperava-nos o “verdadeiro Silvério” (personagem interpretada por ator local), o caseiro descrito no livro referido, que nos presenteou com uma descrição singular de todas as divisões da maravilhosa casa da família Eça de Queiroz.


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A imponente casa, agora Museu, está maravilhosamente preservada, assim como, todo o mobiliário, livros, pertences e recordações de Eça de Queiroz e família e é de facto bastante acolhedora e confortável, sendo ainda hoje habitada pela neta por afinidade de Eça de Queiroz.


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Após esta alegre e interativa visita “o caseiro Silvério e a sua Josefa” presentearam-nos com o almoço queiroziano que tanto esperávamos, servido no restaurante da Fundação, onde após um variado leque de entradas pudemos degustar o frango alourado e o arroz de favas na companhia do próprio “Jacinto” que nos deu o prazer de apresentar toda a ementa. Ao longo desta refeição recuamos mais de um século e acompanhamos “Jacinto” na sua primeira refeição ao chegar a esta casa, conforme descrito também no livro “a Cidade e as Serras”.

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Terminado o almoço, os mais corajosos voltaram a fazer o percurso a pé, desta vez a descer, rumo à estação. No entanto, como o exercício diário já estava mais que superado, a maior parte do grupo optou pela boleia de alguns colegas e também de uma camioneta gentilmente cedida pela Câmara de Resende. Por fim, enquanto esperávamos pelo comboio, apostamos nos nossos dotes musicais acompanhando, muito bem afinados, os nossos colegas exímios tocadores de cavaquinho.


A viagem de regresso foi por isso também muito animada e cantarolada com a certeza de mais um dia enriquecedor e bem passado cheio de convívio e troca de experiências entre todos.


Esperamos por todos (e mais alguns) na próxima iniciativa, que será realizada o mais breve possível.

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