Segunda-Feira, 20 de Novembro de 2017

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INFORMAÇÃO STEC
GRUPO CGD – CRESCE O DESCONTENTAMENTO, MAS PARA A ADMINISTRAÇÃO... NADA SE PASSA !
2014-10-10
COMUNICADO 05

Voltam os cortes salariais ...
O regresso à normalidade dos salários no Grupo CGD foi “sol de pouca dura”. O Governo apressou-se a decretar que as Empresas do Sector Empresarial do Estado voltam a ter salários cortados, com a agravante de, no caso da CGD, esses cortes se estenderem também às pensões de reforma.
 

… e voltou também a renovação da frota automóvel da CGD
O Governo diz que estamos em contenção! Que não há dinheiro para a saúde, educação, justiça, Segurança Social! Mas, na CGD, há dinheiro... para novas viaturas! Viaturas de gama superior, de custo bem mais alto – isto é que é viver “acima das nossas possibilidades”?!!!

 



Mantém-se o congelamento das promoções ...
A Comissão Executiva da CGD, continua paralisada perante a situação absurda dos trabalhadores estarem com as suas promoções congeladas desde Janeiro de 2013.
Esta situação, inadmissível, não está resolvida porque a Administração, em vez de se “lamentar” e “cruzar os braços”, há muito que podia e devia ter intervindo num problema, que sendo grave tem solução (o STEC já apresentou e fundamentou essa solução) e que não afeta apenas os trabalhadores atingidos mas também os interesses da própria CGD!


… enquanto as nomeações e valorizações salariais se vão sucedendo
A mesma Comissão Executiva que, com toda a indiferença, vai deixando apodrecer a situação social da CGD, não se “esquece”, no entanto, de continuar a fazer mais e mais nomeações, sem qualquer preocupação com os acréscimos remuneratórios que daí, inevitavelmente, resultam.

 



Os contratados a termo vivem a angústia de não passarem a efetivos...
A Rede Comercial da CGD é cada vez mais dependente de trabalhadores com «contrato a termo»! Esta lamentável e perigosa constatação deveria preocupar a gestão quanto ao futuro, nomeadamente num tempo em que a confiança é uma questão fulcral. Mas não! Formam-se esses trabalhadores, às vezes de forma pouco responsável, atirando-os para a frente dos clientes ou lidando com dinheiro, sem uma preparação mínima, para depois, quando já estão bem sabedores da atividade bancária... verem os seus conhecimentos e a sua prestação desvalorizados e serem atirados para o desemprego como “coisa descartável” e sem valor!


... mas as admissões, diretas e sem qualquer estágio, não param
À contrária, a gestão não tem qualquer prurido em “dar luz verde” à admissão de gente vinda do exterior, em regra para funções de responsabilidade, sem qualquer currículo justificável, mas que devem apresentar “argumentos”, desconhecidos... mas por certo irrecusáveis!

 



TODO ESTE QUADRO É LAMENTÁVEL!
É assim que a CGD quer motivar os seus trabalhadores?
É lamentável mas não é um fatalismo! Está nas mãos dos trabalhadores e dos aposentados da CGD ganharem consciência da sua força, para dar a volta à grave situação para onde foram atirados.

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