Quinta-Feira, 23 de Novembro de 2017

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CGD - “O REI VAI NU” !
2014-07-14
COMUNICADO 04 - Parte 2

“vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar...”

(trecho de um poema, que continua muito atual, de Sophia de Mello Breyner Andresen)


PARTE 2


A venda da Fidelidade... e a venda de seguros


A venda da Fidelidade, tal como já tinha acontecido com os HPP, foram operações que vieram enfraquecer o Grupo CGD, o seu desenvolvimento e rentabilidade futura, mas que não mereceram até agora, por parte da Administração, qualquer explicação aos trabalhadores!
 

Ao invés dessa explicação, os trabalhadores foram confrontados com mais exigências na venda de seguros, com pressões e ameaças nesse sentido que estão a ultrapassar o razoável!
Fazer depender a avaliação de desempenho da venda de Seguros... não é só uma questão abusiva, é, também, algo que, ao pôr em causa o futuro das pessoas, tem de ser avaliada à luz da legalidade.
 

A Administração não pode desconhecer que, para atingir as metas de venda de seguros exigidas, muitos trabalhadores, acabam, em desespero, por recorrer à venda de Seguros... uns aos outros!
Também não pode desconhecer que alguns gestores caixa azul estão a ser pressionados para assinar uma carta de resignação de funções... por não conseguirem os objetivos previamente fixados.
 

A Administração, ao silenciar explicações e mandar pressionar com exigências e ameaças a venda de mais e mais seguros, está a provocar uma situação inaceitável e de consequências perigosas!
 

O STEC, coloca-se à disposição dos seus associados para contestar juridicamente, se necessário no plano criminal, todas as situações que configurem ameaças ou quaisquer pressões que possam revestir atitudes ilegítimas ou significar mesmo práticas de assédio moral.


 

A defesa do ambiente, a redução do CO2... e o “roulement” das transferências
 

A CGD publicita, e bem, as medidas que toma quanto à preservação do ambiente e redução do CO2, mas nada diz... sobre o autêntico carrossel de transferências que vem praticando na Empresa.
 

Esta política de transferências poderia corresponder à vontade dos trabalhadores ou das hierarquias, poderia ter em conta a importância social de os aproximar das suas zonas de residência, poderia até visar um objetivo de melhoria profissional... mas nada disso, as transferências têm na esmagadora maioria dos casos uma evidente intenção persecutória!
 

Porquê? Que resultados tira a CGD destas transferências? Como ficam os trabalhadores atingidos? Que consequências no ambiente, pelo aumento de CO2? Todas as respostas são negativas – desde a CGD, aos clientes, ao negócio, aos trabalhadores, à sua saúde e às suas famílias, e até mesmo ao ambiente... todos saem a perder!
 

Coerência e preocupação com a defesa do ambiente, a saúde e a bolsa dos trabalhadores, seria o mínimo que se exigiria à CGD... mas infelizmente continuamos a ver precisamente o contrário!
 

Neste quadro, denunciamos que o capital humano do Grupo CGD está cada vez mais enfraquecido, as depressões aumentam em número e gravidade, as consultas de psiquiatria sobem em flecha, as baixas por doença e os internamentos não param de crescer... mas até agora nada parece preocupar a gestão que a tudo se mostra distante, indiferente, despreocupada.

 


 

Não te resignes! Não baixes os braços!
Junta-te a nós! Unidos seremos sempre mais fortes!
Sindicaliza-te! Adere ao STEC!
 

A Direção

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