“vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar...”
(trecho de um poema, que continua muito atual, de Sophia de Mello Breyner Andresen)
PARTE 1
REUNIÕES, PROPOSTAS E... RESULTADOS
Todos os dias se ouve e lê - o País exige mais diálogo político e as Empresas mais diálogo social!
Aqui, no Grupo CGD, onde está esse diálogo?
Há reuniões! Há propostas do STEC! Há mesmo sinais de recetividade a algumas dessas propostas e promessas de estudo e resposta célere... mas até agora as coisas têm ficado por aí!
Os dias passam! Os problemas agudizam-se! As situações degradam-se e... nada acontece!
Isto parece mostrar uma atitude de distanciamento da Administração, face aos múltiplos problemas que afectam hoje o dia a dia dos trabalhadores e uma chocante indiferença quanto às graves consequências sociais que daqui estão a resultar.
O STEC já provou que não se conforma com adversidades, não se revê nas injustiças e não aceita situações de facto consumado, pelo que aqui estamos, sempre e mais uma vez, a denunciar:
Carreira Profissional
Está congelada vai para 2 anos! Não há promoções! Pedem-se sacrifícios, exigem-se objetivos, as avaliações de desempenho continuam, mas, ao que parece, apenas como instrumento de punição!
Mas, se ao longo destes quase 2 anos, não há promoções para a generalidade dos trabalhadores... há nomeações! Nomeações, que depois se transformam em promoções... só que apenas para alguns!
Esta situação, profundamente imoral e que põe em causa a coesão profissional no Grupo CGD, não parece preocupar os órgãos de gestão, que até agora se têm mantido indiferentes a uma solução!
O STEC não aceita que os trabalhadores possam ficar divididos entre os que atingiram, até 2012, os níveis de carreira a que contratualmente tinham direito... e os que a partir daí ficaram à espera!
Tabela salarial
As Tabelas Salariais, para além de se manterem iguais desde 2010, o que tem provocado uma perda anual de retribuição, resultante da inflação e do aumento brutal de impostos... sofreram desde 2011 outro agravamento proveniente dos cortes salariais impostos pelo Governo às Empresas Públicas, como o Grupo CGD.
O facto desta situação revestir uma gritante desigualdade, face aos trabalhadores da concorrência, pouco parece preocupar a Administração, que conseguiu junto do Governo, para si e apenas para si, o reconhecimento de que, por atuar em concorrência... devia manter intactos os seus proventos!
O STEC considera isto uma discriminação inaceitável e vai a curto prazo apresentar uma proposta de revisão salarial que possa ser o inicio de uma melhoria social para todos os trabalhadores do Grupo.
Não te resignes! Não baixes os braços!
Junta-te a nós! Unidos seremos sempre mais fortes!
Sindicaliza-te! Adere ao STEC!
A Direção
Comunicado_04_2014_parte1_website.pdf
