Quinta-Feira, 21 de Setembro de 2017

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DELEGADOS SINDICAIS DECIDEM AÇÕES
2013-03-02
COMUNICADO 03

Os Delegados Sindicais sindicais reuniram em Lisboa no dia 19 e no Porto em 21 de Fevereiro com grande participação (96 em Lisboa e 63 no Porto), para analisar a situação atual em que se encontram os trabalhadores do Grupo CGD, com a aplicação do Orçamento de Estado de 2013 e decidir sobre as medidas a tomar, tendo aprovado, por unanimidade, nas duas reuniões, um documento do qual se transcreve o principal.


Os Delegados Sindicais concluíram que:
 

Os trabalhadores se confrontam com uma redução inaceitável das suas remunerações agravada com um aumento brutal de impostos; aumentou a discriminação em relação aos restantes bancários; essa discriminação é ainda mais grosseira para os trabalhadores reformados da CGD; assistem à continuação de uma política de gastos, com mordomias internas e recurso a Empresas externas, chocante e absurda; se verifica uma notória fuga de clientes, determinada por medidas que a CGD impõe, e que a restante banca ignora, para além de outras situações negativas, como foi o caso recente dos cartões de débito diferido.


Perante este quadro, os Delegados Sindicais do STEC deliberam:
 

  • 1 - Que o Sindicato entregue um Pré-Aviso de greve ao trabalho extraordinário, por tempo indeterminado, tendo em conta os cortes verificados no seu cálculo, de forma a permitir aos trabalhadores recusar efetuar esse trabalho sem consequências e cumprindo assim escrupulosamente o seu horário de trabalho;
     
  • 2 - Apelar aos trabalhadores para que cumpram rigorosamente todos os normativos internos, nomeadamente os que definem os procedimentos bancários a observar e que atualmente, pelas condições de trabalho existentes, nem sempre são cumpridos;
     
  • 3 - Que o Sindicato avance com ações criminais individuais a todas as hierarquias que façam exigências ilegais ou assumam comportamentos pessoais abusivos que violem o Acordo de Empresa, o Código de Conduta em vigor e os direitos individuais dos trabalhadores;
     
  • 4 - Exigir que as ações de formação se realizem dentro do horário normal de trabalho ou, em casos de justificada impossibilidade, sejam pagas nos termos legais e contratualizados;
     
  • 5 – Que o STEC reivindique junto da Administração uma Política de Pessoal que aproxime os trabalhadores das suas zonas de residência, de forma a permitir aos trabalhadores e à Instituição uma poupança nos gastos de deslocação que hoje se verificam;
     
  • 6 - Que o Sindicato recorra, mais uma vez, para os Tribunais, em relação a todas as situações de incumprimento do Acordo de Empresa que tem com a CGD e acordos contratuais com empresas do grupo CGD, nomeadamente cortes salariais e de Subsidio de Férias, não pagamento de prémios, de diuturnidades e de anuidades, não realização de promoções, redução do valor de ajudas de custo, das horas extraordinárias e do valor do Km...

 

 

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