Quinta-Feira, 23 de Novembro de 2017

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ACORDO DE EMPRESA STEC/ CGD ESTÁ EM VIGOR!
2012-07-02
COMUNICADO 07

O último Comunicado da CT lançou a dúvida sobre a suspensão do Acordo de Empresa da CGD, na sequência de uma reunião com a Administração e de afirmações que aí teriam sido proferidas.
 

Do contacto imediato que a Direção do STEC fez junto da Administração, solicitando uma posição acerca de tais afirmações, veio um inequívoco desmentido, nos termos que a seguir transcrevemos:
 

( ... esclarecemos que o Acordo de Empresa não está suspenso nem em incumprimento e que a CGD o está a cumprir, com as limitações decorrentes das normas imperativas a que está obrigada. )
 

O cumprimento do AE, está, aliás, bem expresso no pagamento do Prémio de Antiguidade e na efetivação das Promoções por Antiguidade e por Mérito. Por conseguinte, esta clarificação vem confirmar a prática e o entendimento do STEC sobre o Acordo de Empresa existente, não deixando margem a quaisquer especulações, e coloca um ponto final sobre este assunto.
 

Naturalmente que é do conhecimento de todos os trabalhadores e de todos os aposentados da CGD, que desde o inicio do ano bem estão a sentir os graves efeitos disso, que em resultado das medidas do Orçamento de Estado para 2012, há matérias do A.E. que estão suspensas - Subsidio de Férias e de Natal.
 

Mas para o STEC, que desde a primeira hora contestou tais medidas, nomeadamente pela sua inconstitucionalidade e pelo carácter discriminatório que as mesmas revelam quanto aos trabalhadores e aposentados do Grupo CGD, a decisão está entregue aos Tribunais e esperamos que ainda em 2012 se comecem a conhecer as primeiras sentenças.
 

Entretanto, temos grandes reservas sobre a forma, seletiva, como a CGD tem vindo a aplicar outras medidas do Orçamento de Estado - a redução no pagamento do trabalho suplementar e das Ajudas de Custo - já que não vemos o mesmo rigor na contenção de despesas internas, como, viaturas, cartões de crédito, nomeações para cargos de Direção, campanhas publicitárias...
 

O STEC não aceita que os sacrifícios impostos aos trabalhadores e aposentados da CGD estejam a ser usados para manter mordomias, pagamentos a consultores e a empresas de outsourcing, ou para compensar imparidades resultantes de decisões erradas da gestão, em operações de crédito, aquisição de ações e mesmo em negócios estranhos aos interesses da Instituição.
 

Os trabalhadores e os aposentados da CGD, porque alheios a tais decisões, não podem agora pagar pelas suas consequências.


A Direção

 

 

 

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